Archives for novembro, 2009

14 nov

Bartôlomeu.

Postado em 2009, arquivado na categoria eu que fiz!.

Diz a lenda, que há tempos existiu uma mulher que tinha em seu corpo um demônio. Certa vez, um feiticeiro lhe disse que para se livrar do tal demônio ela teria que sacrificar seu próprio filho, Bartôlomeu.
A mulher enlouquecida com a situação e sem saber mais o que fazer, aceitou a proposta do feiticeiro jurando que a alma do filho sacrificado retornaria no corpo de outra criança que ela viria a ter.
No dia marcado, a mulher pegou seu filho e, juntos, foram até o local combinado com o feiticeiro para o sacrifício. Ao chegar lá o feiticeiro dopou a criança para que a mesma não pudesse sentir nada e assim aliviar seu sofrimento que estava apenas começando.
O ritual de sacrifício começou, e a mãe não tinha percebido que o sacrifício que o filho teria que fazer não era um sacrifício de morte e sim um sacrifício de corpo e só quando Bartôlomeu abriu os olhos e a mãe avistou aqueles olhos vermelhos que pareciam duas grandes pedras de rubis foi que ela entendeu o que havia acontecido.
Desesperada e imaginando todo o sofrimento do filho – sofrimento que ela mesma tinha passado – não pensou duas vezes e com a mesma faca o feiticeiro tinha usado para tirar o demônio do seu corpo ela se matou.
O tempo passou, Bartôlomeu cresceu e a medida que o tempo passava o demônio ia se aquietando dentro de seu corpo e só voltava a se agitar quando alguém irritava Bartôlomeu, e acreditem, as consequências dessa agitação eram exageradamente destruidoras.
Quando Bartôlomeu morreu, o feiticeiro que, após a morte da mãe, fugiu para um lugar distante, se afogando em seu próprio remorso e insignificância, sentiu que era esse o momento de se desculpar.
O feiticeiro sabia que o espírito do mal estava pronto para possuir outro inocente, e receioso de que a história se repetisse, resolveu lançar um feitiço no corpo de Bartôlomeu para impedir que o espírito do mal saísse daquele corpo sem vida. Arrancou os olhos de Bartolômeu e os transformou em dois grandes rubis, e profetizou que enquanto os rubis estivem na caveira de Bartolômeu o mal ficaria aprisionado.
Ainda dizem que o homem que vencer a ganância e a ambição ficando com a caveira sem tirar os valiosos rubis do seu lugar, ganhará uma vida de sorte eterna, e nunca conhecerá a morte.


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1 nov

Falando sério…

Postado em 2009, arquivado na categoria Gente que eu admiro.

Sagitarianos são altamente bipolares, quando temos tudo sentimos que não temos nada, mas ao mesmo tempo aproveitamos enquanto temos tudo por que somos realistas e sabemos que um dia tudo o que temos pode vir a acabar.
Sagitarianos são pessimistamente otimistas, quando estamos na pior sempre achamos que o copo está meio vazio, quando estamos no nosso auge o copo fica tão cheio que chega a transbordar e por sermos práticos, aproveitamos a água que transbordou do copo para limparmos a mesa, porém ao mesmo tempo que somos práticos, somos preguiçosos, ou seja, a limpeza da mesa só acontece se o paninho pra enxugar estiver perto.
Sagitarianos geralmente costumam demonstrar carinhos através de outras formas como presentes e evitam falar muito em amor, o que não significa que não podemos amar.
Sagitarianos não precisam de ninguém para se divertir, somos auto-divertidos, mas quando estamos sozinhos parece que o tempo fica meio fechado, nublado. O que não é tão ruim quanto parece, pois para nós, sagitarianos, tempo nublado é uma ótima pedida para um filme debaixo das cobertas, com comida, bebida e um travesseiro. Um tempinho a sós com o nosso eu-lírico.
Sagitarianos estão sempre de bom humor, e quando o estresse chega, não é muito difícil de fazer ele ir embora, basta nos entreter com alguma coisa que brilha e pronto, esquecemos por que estávamos estressado, mas veja bem, não tô dizendo que sagitarianos são fáceis, ingênuos.
Não confunda ingenuidade com amor próprio, por que é isso que o sagitariano tem, AMOR PRÓPRIO.
O sagitariano não liga se as outras pessoas pensam que ele não tem personalidade ou opinião formada, pro sagitariano se o azul o faz feliz hoje, não significa que vai fazê-lo feliz pra sempre, por que o sagitariano vive assim, testando novas opiniões, atraindo novas impressões, e talvez seja isso que o torne tão… diferente!
Isso, para os sagitarianos, é ser feliz.!


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    Rodrigo,

    pré-universitário formado em Fotografia Digital e WebDesing, aspirante do curso de Cinema e Audio Visual. Cinéfilo e apaixonado por cozinhas, sofás e chuveiros. Odeio descrições e perfis que ninguém lê. +
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