4
abr
Postado em 2009, arquivado na categoria Comemorações.
Depois, de muito luta, persistência e coragem.. consegui, finalmente, colocar meu transversal =) (vide este post)

e admito, achei que a dor fosse ser UM MILHÃO DE VEZES MAIOR, cheguei lá com um p*ta frio na barriga, e com um grande ponto de interrogação na cabeça, minha mãe tentando de todas as formas me fazer desistir e, embora eu estivesse com medo da dor, segui em frente,
a loja era bem simpática e os atendentes eram bem
estranhos legais =) subi uma escadinha estreita que tinha no fundo da loja, afinal as aplicações de piercing’s eram feitas no segundo andar.
Subi e uma mulher loirona bem bonitinha, já veio logo me puxando, conversando, rindo e falando besteira, me sentou na cadeira e muita
elétrica animada, me fez umas perguntas, me disse como cuidar, o que não fazer e talz, até que por fim, perguntou?
- Vamos começar?!
TREMI e respondi:
- só se for agora!
tentando parecer confiante
Ela furou primeiro em cima, senti uma dor fininha que me fez morder o dedo e apertar os olhos e quando eu pensei que ela fosse furar o de baixo:
- Pronto!
O.O menos de 5 minutos, me levantei e lá estava ele, brilhando.. *_*
foi um amor a primeira vista e uma aventura espantosa.
2
abr
Postado em 2009, arquivado na categoria idéias.
Manuel Bandeira que me perdoe, mas vou-me embora de Pasárgada.
Fizeram tanto marketing, tanta promoção, tanta divulgação, que ser amigo do rei, hoje, já não é mais um privilégio e, por enquanto, ainda posso escolher a cama, mas a mulher que quero não tenho e nem nunca terei.
Aqui eu era feliz, mas as atitudes inconsequentes da Louca Joana da Espanha transformaram a aventura em perigo mortal. Comecei a fazer ginástica, mas aqui só podemos andar de bicicleta e agora eu faço uma pergunta a você, meu amigo leitor: E quem não sabe andar de bicicleta?!
Pau de sebo não tem mais, acabaram com tudo e o burro brabo, que de burro não tem nada, deu no pé antes que todo mundo resolvesse montar nele, a única diversão é poder tomar um banho que mar, porém quando estiver cansado não poderei mais deitar na beira do rio, por que agora o rio parece mais um maremoto de algum parque aquático e a multidão de gente não me deixa deitar e descançar e a mãe-d’água já tá sem histórias pra contar e a Rosa, despedaçada.
A outra civilização de Pasárgada desapareceu e o processo seguro teve seu preço e acabou promovendo a concepção, os telefones automáticos não telefonam os alcalóides não deu pra quem quis e até as prostitutas ou são bonitas e aidéticas ou são bonitas e travesti.
E quando de noite me der uma vontade de me matar…
Vou-me embora de pasárgada.!